Ele acha que eu não gosto de ouvir coisas bonitas, de receber mensagens fofas no meio da noite, de loucuras de amor, de beijos roubados, de abraços inesperados ...Sim eu gosto de tudo isso, amo essas coisas fofas, só que evito dizer pois sempre acabo me magoando no final, e eu não quero isso.
Ele tem aquele aquele sorriso lindo, jeitinho fofo de andar, jeito lindo de me olhar... ér... não posso me apaixonar :\

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e ela esta presa a um sentimento, confuso e impossível. Ela esconde isso de tudo e de todos com medo de estragar, com medo de se magoar, e por isso ela luta, luta bravamente para que fique tudo como esta. Ela não sabe quanto tempo isso vai durar, podem levar dias, meses e até mesmo anos. Mais de jeito algum ela pode deixar que os outros saibam. Ela esta com medo da verdade, esta com medo de tudo se repetir de novo. Meio que sem esperanças, isso resume o seu dia “sem esperanças”, apenas confiando no amanhã, é a unica coisa em que ela pode esperar.
Após vários tropeços de tênis finalmente comecei a usar salto. Não foi um salto normal, foi um salto grande, cheio de tachas para quem tentasse subir não conseguisse. Eu estava bem lá em cima do salto, sem nunca cair, sem nunca olhar para oque estava embaixo de mim, sem nunca dar atenção para as pessoas que tentavam subir, sem me machucar. E consegui ficar assim por algum tempo, lá em cima, andando em um ritmo nem muito rápido, nem muito lento. Aí você chegou. Sabe-se lá como, você conseguiu subir por todas as tachas, teve equilíbrio para ficar reto enquanto escalava até o topo. Onde eu estava, sem escudo, sem espada, sem armadura, sem nada. Você me abraçou como ninguém teria abraçado, me fez sentir finalmente feliz enquanto durou o abraçado, foi o melhor momento que eu já havia passado. Mas aí você me empurrou de leve,mas me fez cair de cima do salto, me fez rolar por todas as tachas até bater de cabeça no chão.  Você me fez cair do salto, não para um tênis, havaianas, crocks nem nada, me fez perder tudo para ficar chorando lágrimas que para mim nunca se secam esparramada no chão.
Eu não faço ideia do que “a gente” vai dar. Eu ainda não sei o que sinto por você. Eu não sei o que “nós” somos, eu sei que eu gosto de estar perto, gosto do seu sorriso e do teu olhar. Eu não sei se vai durar, nem sei se é real. Sei apenas que sinto algo por você, e de alguma forma, estou gostando disso.”

Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo!
A “fila” anda, a coleção de “figurinhas” cresce, a conta de telefone é sempre altíssima. Mas e ai? O que isso te acrescenta? Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca logo na sua vida??? Se o tal “amor” é impontual e imprevisível que se dane! Não adianta: as pessoas são impacientes! São e sempre vão ser! Tem gente que diz que não é… “Eu não sou ansioso, as coisas acontecem quando tem que acontecer.” Mentira! Por dentro todo ser humano é igual: impaciente, sonhador, iludido… Jura de pé junto que não,mas vive sempre em busca da famosa cara metade! Pode dar o nome que quiser: amor, alma gêmea, par perfeito, a outra metade da laranja… No fim dá tudo no mesmo. Pode soar brega, cafona… Mas é a realidade.